Internacional

“A verdade sobre a invasão na venezuela” porque a venezuela será invadida pelos EUA!

26/11/2025

A América Latina entrou em um período de tensão sem precedentes. Desde que reassumiu a presidência, Donald Trump acelerou operações militares no Caribe e em bases dos Estados Unidos instaladas no Panamá, o que demonstra uma preparação clara para uma intervenção direta na Venezuela.

Esse avanço estratégico ocorreu logo após a circulação interna de um relatório classificado que detalha a infiltração do Hezbollah dentro de cartéis venezuelanos e, sobretudo, no próprio Exército do país. Conforme apurado por agentes de segurança, o grupo terrorista atua na Venezuela há anos, expandindo seu alcance político e militar com a autorização direta de Nicolás Maduro.


Movimentação Militar: o Caribe se transforma no centro da estratégia americana

Logo nos primeiros meses do novo governo, Trump ordenou que o Pentágono reposicionasse equipamentos e tropas em pontos estratégicos do Caribe. Desse modo, embarcações de guerra, destróieres, porta-aviões e navios de apoio começaram a se deslocar para rotas próximas ao território venezuelano.

Além disso, bases norte-americanas localizadas no Panamá intensificaram sua atividade. O fluxo de militares, aeronaves e veículos táticos aumentou visivelmente, conforme relatos de oficiais de inteligência. Essa reorganização fornece ao governo americano mobilidade imediata caso a intervenção seja iniciada.

Paralelamente, aviões de reconhecimento e drones passaram a sobrevoar áreas dominadas por cartéis e por grupos armados que supostamente cooperam com o Hezbollah. Assim, os EUA obtêm informações em tempo real sobre movimentações internas.


O Relatório Secreto: terrorismo, narcotráfico e o aval de Maduro

De acordo com fontes que tiveram acesso ao documento, o relatório apresenta três frentes de atuação do Hezbollah na Venezuela:

1. Narcotráfico estruturado

O grupo participa ativamente da produção e distribuição de drogas. O relatório afirma que esses recursos financiam tanto operações terroristas quanto esquemas internos do governo de Maduro.

2. Treinamento paramilitar

Instrutores ligados ao Hezbollah treinam guerrilheiros venezuelanos e repassam técnicas avançadas de combate, explosivos e guerra urbana. Esses treinamentos fortalecem grupos armados que apoiam o regime.

3. Expansão da influência iraniana

O Irã aproveitou o colapso institucional venezuelano para ampliar sua presença na América do Sul. A Venezuela, dessa forma, serve como ponto estratégico para a atuação do Hezbollah no continente.

Esses elementos, combinados, criam o que especialistas chamam de “narco-estado militarizado com presença terrorista internacional”.


Por que Trump decidiu agir imediatamente?

Ao reassumir o comando do país, Trump reafirmou sua política externa de força. Para ele, o avanço do Irã e de seus aliados nas Américas representa uma ameaça direta contra a segurança nacional. Por isso, ele considera a Venezuela o ponto central desse risco.

Conforme relatado por fontes do Departamento de Defesa, o presidente declarou que não permitirá que uma organização terrorista estabeleça bases operacionais próximas ao território americano. Por essa razão, ordenou que o Pentágono acelerasse os planos de contingência.

Essa decisão se baseia em três fatores principais:

  • impedir que o Hezbollah consolide uma operação continental
  • reduzir a força dos cartéis alinhados ao governo Maduro
  • restaurar a segurança regional antes que o conflito ultrapasse fronteiras

A Região Observa em Silêncio

Enquanto o governo americano reorganiza suas forças, países latino-americanos acompanham cada movimento com preocupação crescente. Oficiais panamenhos afirmam que nunca viram tamanha movimentação militar dos EUA desde os anos 1980. Além disso, diplomatas do Caribe relatam aumento no fluxo de embarcações militares nas últimas semanas.

O governo da Venezuela, por outro lado, mantém silêncio absoluto. Esse silêncio, segundo analistas, indica que Maduro teme revelar fraquezas internas enquanto tenta reorganizar sua rede de apoio.


Conclusão

O relatório secreto sobre a infiltração do Hezbollah na Venezuela provocou um choque dentro da comunidade de segurança americana. Como resultado, Trump acelerou a preparação militar no Caribe e no Panamá, criando o maior clima de tensão regional das últimas décadas.

A combinação explosiva entre terrorismo internacional, narcotráfico estatal e alianças militares estrangeiras empurra o continente para um cenário de conflito iminente. Agora, toda a América Latina observa, em alerta máximo, os próximos passos dos EUA.