29/12/2025
O cenário internacional em 2025 passa por uma mudança significativa. Conflitos armados crescem em regiões estratégicas, como Ásia e Oriente Médio. Como resultado, há maior pressão sobre diplomacias, aumento dos gastos militares e um número recorde de deslocados.
Além disso, ocorre uma disputa econômica silenciosa. Potências competem por semicondutores, energia limpa, biotecnologia e inteligência artificial. Portanto, o domínio dessas áreas determina quem terá mais poder político e militar nas próximas décadas.
A tecnologia, por sua vez, assume um papel central. Ataques cibernéticos e espionagem digital tornam-se mais frequentes. Enquanto isso, plataformas on-line são usadas para desinformação e influência política. Assim, governos reforçam a defesa digital para proteger bancos, hospitais e sistemas essenciais.
A crise climática também intensifica a instabilidade. Secas e enchentes provocam insegurança alimentar, deslocamentos e perda de recursos. Por outro lado, negociações internacionais ainda avançam lentamente, o que dificulta ações globais coordenadas.
O Brasil não participa diretamente de conflitos, contudo, sente efeitos indiretos. A economia depende de grandes blocos comerciais, o agronegócio enfrenta riscos ambientais e a segurança digital ainda apresenta fragilidades. Portanto, o país precisa fortalecer sua política externa e definir prioridades estratégicas.
Especialistas afirmam que 2025 representa um ponto de virada. Assim, sem cooperação internacional e acordos sólidos, tensões tendem a crescer e atingir nações em diferentes continentes.




