14/12/2025
Brasília / Washington – O governo dos Estados Unidos retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, da lista de sancionados pela Lei Magnitsky. Esse movimento representa uma clara sinalização de que os dois países estão dispostos a fortalecer suas relações comerciais e diplomáticas.
O que Aconteceu?
Em julho de 2025, o governo de Donald Trump impos sanções a Moraes, acusando-o de violar direitos humanos e abusar de sua autoridade. As sanções incluíam o bloqueio de bens e restrições financeiras. Consequentemente, isso gerou tensão nas relações entre Brasil e EUA, afetando até o comércio bilateral.
O Fim das Sanções
Entretanto, em dezembro de 2025, os Estados Unidos anunciaram a revogação das sanções após uma série de negociações entre Trump e Lula. Este gesto foi rapidamente interpretado como uma vitória para o Brasil, que agora vê a decisão como uma reafirmação da soberania nacional. Além disso, as relações comerciais entre os dois países estão sendo flexibilizadas, abrindo novos caminhos para a colaboração.
O Que Está por Trás dessa Mudança?
Além disso, especialistas afirmam que a retirada das sanções está ligada a uma estratégia mais ampla de reaproximação entre as duas nações. Rumores indicam que os Estados Unidos estão interessados nas terras raras do Brasil, um recurso estratégico para a indústria tecnológica. Por conseguinte, os EUA buscam reduzir sua dependência da China nesse mercado vital.
A Reação no Brasil
A decisão gerou reações mistas no Brasil. Enquanto alguns celebram a revogação como um ato de respeito à soberania nacional, outros veem a mudança como uma forma dos EUA tentarem garantir acesso a recursos estratégicos, como as terras raras, em detrimento da China. Essa mudança de postura abre um debate sobre os reais interesses econômicos e políticos envolvidos.
Conclusão: O Futuro das Relações Bilaterais
Em conclusão, a revogação das sanções pode representar um novo capítulo na relação entre Brasil e EUA, marcando o início de uma cooperação mais estreita. Se os rumores sobre acordos comerciais forem confirmados, o Brasil pode se tornar um fornecedor essencial para os Estados Unidos, especialmente no fornecimento de recursos naturais, sem depender da China.





