10/01/2026
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, oficializou a retirada do país de dezenas de organismos internacionais, incluindo entidades ligadas à Organização das Nações Unidas (ONU). A decisão marca uma mudança profunda na política externa americana. Além disso, reforça a estratégia do governo de priorizar os interesses nacionais.
Segundo a Casa Branca, a medida encerra a participação e o financiamento dos EUA em instituições consideradas ineficientes. Essas organizações, de acordo com o governo, não estariam alinhadas aos interesses do povo americano. Com isso, recursos antes enviados ao exterior passam a permanecer dentro do país.
Impacto direto para os americanos
Os americanos são apontados como os maiores beneficiados com a decisão. Isso ocorre, principalmente, no campo econômico e fiscal.
Historicamente, os Estados Unidos figuravam entre os maiores financiadores da ONU e de organismos associados. Esses recursos vinham dos impostos pagos por trabalhadores e empresas americanas. Agora, com a retirada, bilhões de dólares deixam de ser enviados ao exterior.
Dessa forma, o governo afirma que o dinheiro poderá ser redirecionado para infraestrutura, segurança, saúde, apoio a veteranos e fortalecimento da economia interna. Portanto, o contribuinte passa a ver retorno direto dos recursos que paga.
Reforço da soberania nacional
Outro ponto central da decisão é a defesa da soberania nacional. Segundo Trump, muitas dessas instituições tentam impor diretrizes globais. Essas normas, em diversos casos, entram em conflito com a Constituição dos Estados Unidos.
Por esse motivo, a saída garante mais autonomia ao país. Assim, os EUA retomam controle total sobre decisões ligadas à economia, imigração, meio ambiente e segurança. Além disso, o governo reforça que nenhuma organização internacional deve se sobrepor à vontade do povo americano.
Nova postura na política externa
No entanto, a Casa Branca afirma que a retirada não significa isolamento internacional. Pelo contrário, os Estados Unidos continuarão mantendo relações diplomáticas e comerciais com outros países.
A diferença está no modelo adotado. A partir de agora, o governo prioriza acordos bilaterais diretos, considerados mais eficientes. Dessa maneira, há menos burocracia e mais controle sobre os resultados. Consequentemente, os interesses nacionais ficam protegidos.
Reações internacionais
A decisão gerou críticas de líderes globais e representantes de organismos internacionais. Muitos alertam para possíveis impactos na cooperação mundial. Ainda assim, o governo americano mantém sua posição.
Segundo a administração Trump, a prioridade de qualquer presidente deve ser seu próprio povo. Portanto, sustentar estruturas globais sem retorno direto não seria justificável. Para o governo, proteger o contribuinte é essencial.
Conclusão
A retirada dos Estados Unidos da ONU e de outras instituições internacionais consolida a política conhecida como “America First”. Com essa decisão, os EUA redefinem sua atuação no cenário global.
Assim, o governo afirma que os americanos saem ganhando. O país deixa de financiar organismos externos. Ao mesmo tempo, passa a investir mais em suas próprias necessidades. Dessa forma, a soberania nacional e a economia interna são fortalecidas.





