O relógio já marcava os últimos minutos e a tensão era absoluta. O Flamengo pressionava, cercava a área adversária, empurrado pela torcida e pela urgência do resultado. Cada toque na bola parecia carregar o peso da decisão. Foi então que, em uma jogada rápida dentro da área, o atacante rubro-negro foi derrubado. O árbitro não hesitou: apontou para a marca da cal. Pênalti para o Flamengo.
A adrenalina tomou conta do estádio. Jogadores cercavam o juiz, o goleiro tentava desconcentrar o cobrador, e a torcida prendia a respiração. O silêncio pesado durou poucos segundos, quebrado apenas pelos gritos vindos das arquibancadas. O batedor ajeitou a bola com calma aparente, correu, bateu firme… e a explosão veio logo em seguida.
Nos instantes finais, o jogo virou pura emoção. O adversário se lançou ao ataque, o Flamengo recuou para se defender, e cada bola afastada era comemorada como um gol. O apito final chegou como um alívio e uma descarga de emoção coletiva, coroando um desfecho dramático, digno de um jogo decidido no limite do coração.




