28/09/2025
Internacional
Washington, 25 de setembro de 2025 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gerou polêmica ao declarar, durante coletiva de imprensa na Casa Branca, que o uso de paracetamol (Tylenol) por mulheres grávidas poderia estar relacionado ao desenvolvimento de autismo em crianças.
Trump recomendou que gestantes evitem o medicamento “a menos que seja absolutamente necessário” e ampliou sua fala ao sugerir que pais também evitem dar Tylenol a crianças em situações comuns.
“Nós precisamos ser muito cuidadosos com o que damos às nossas grávidas e às nossas crianças. Há indícios preocupantes sobre o uso de Tylenol e o autismo”, afirmou Trump.
Repercussão imediata
A repercussão foi imediata em órgãos internacionais, como a OMS (Organização Mundial da Saúde), que declarou não existirem evidências científicas conclusivas que comprovem a relação entre o uso de paracetamol e o autismo. Entretanto, analistas políticos interpretaram essa posição como uma reação opositora, uma vez que o presidente Donald Trump havia suspendido a verba destinada pelos Estados Unidos à instituição.
Embora a declaração da OMS tenha gerado controvérsias, é cientificamente comprovado que metais pesados, como mercúrio e chumbo, podem estimular fatores genéticos relacionados ao autismo, atuando como agentes de risco no desenvolvimento cognitivo.
O que dizem os especialistas
Pesquisadores explicam que, embora estudos observacionais tenham apontado uma possível associação entre o uso de alguns medicamentos — como o paracetamol e outros ainda em análise —, especialistas consideraram as declarações do presidente norte-americano precipitadas, ressaltando que é necessária a conclusão de pesquisas mais aprofundadas antes de se estabelecer qualquer relação definitiva.
Conclusão
As declarações de Trump ampliaram o debate público sobre o uso de medicamentos na gestação, mas foram consideradas pela comunidade científica como precipitadas. Especialistas reforçam que gestantes devem sempre seguir a orientação de seus médicos, é recomendado cautela por parte dos profissionais de saúde ao prescrever certos tipos de medicação durante a gravidez. Nesse contexto, medicamentos como o paracetamol devem ser indicados apenas em último caso, utilizando-se sempre a menor dose eficaz e pelo menor tempo possível.




